Clique aqui e
selecione um assunto
Whatsapp
Hospital Bom Jesus

Solenidade-Assunção da Bem-aventurada Virgem Maria ao Céus - 16/08/26 (Lc 11,27-28)

Texto Referencial: Jesus respondeu: “Muito mais felizes são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática”. (Lc 11,28)

1 – A Igreja brindou sua Mãe, Maria Santíssima, ao menos com quatro joias, que são sobretudo os dogmas Marianos: o quarto é o da sua Assunção ao céu. O Pai complementa assim sua obra, na missão da Mãe do Verbo Encarnado, levando-a para sua casa, convidando a estar ao lado do Filho Redentor do mundo, eternamente, uma vez que no tempo, ela esteve sempre ao lado dele (do Filho).  1.1 Muitos criticam a Igreja, pois, afirmam que nada disto consta nas Sagradas Escrituras, de modo expresso e concreto. É verdade! Mas não disse também a sagrada tradição? Quando foi escrito o primeiro livro do Novo Testamento? Provavelmente, no ano 51. Por quem? São Paulo. Ele certamente não conheceu pessoalmente Jesus Cristo. Não o ouviu. As Escrituras, também não caíram dos céus. O Novo Testamento se situa entre os anos 51 e 100. João foi o último a deixar suas preciosidades: o Evangelho, as três epístolas e o Apocalipse. Quem nos apresentou quais sãos os livros dos velho e novo testamentos? A Igreja. E a verdade sobre a vida histórica de Jesus e seu mistério: a Igreja. Quem por quase dois mil anos conservou dignamente a Palavra de Deus? A Igreja. Preciso afirmar mais?

1.2 O culto a Maria se chama na tradição da Igreja de Hiperdulia e a Jesus Cristo é o latrêutico, ou seja, de adoração. Há Uma escala de valores: A – A de duília aos santos, B – o de hiperdulia a Maria e somente a Ela C – O de latria somente a Deus Uno e Trino e a Eucaristia. Isso está acontecendo a séculos e não há invenções de última hora. Há, sim, fidelidade no ensinamento da Igreja. 1.3 Maria sempre é Cristo referenciada.

2 – Ela, por sua vez, manda obedecer a Jesus Cristo (cf. Jo 2) ali lê-se “fazei tudo o que Ele vos mandar” (Jo 2.5). na cruz, Jesus disse a Mãe: “eis aí teu Filho” e referindo-se a São João, falou: “eis aí tua Mãe”. João então a levou para sua casa. Ela foi confiada pelo Filho ao discípulo amado e hoje a Igreja. 2-1 Isso aconteceu no início da história cristã. Os santos padres da Igreja continuaram a reverenciá-la devidamente. É belo ouvi-los e meditá-los. Os santos se inserem em tal atitude e os mártires a invocam eles são hoje a família de Jesus expandida. 2.2 E Santa Isabel? (cf. Lc 2,39-56). O que afirma da Bem-Aventurada Virgem Maria? Ela a saúda como “a Mãe do meu Senhor” chama-a ainda de feliz, porque acreditou no Senhor. Como desejo amar a Cristo, os que não veneram antes sua mãe, de quem Santa Isabel se achou indigna? Jesus – pergunto eu – Não fez ele o primeiro sinal (milagre) por causa de sua mãe? 2.3 Repito: não cultuam devidamente a Jesus Cristo os que não honram com dignamente a Maria, como sua Mãe. Dois mil anos de história o confirmam.

3 – O Papa Pio XII a honrou com dogma da Assunção em 1950. Eram esses, tempos difíceis: os anos após a segunda guerra mundial. muitas famílias dizimadas e por isso sofredoras. Maria-mulher e mãe bem como assunta aos céus, em seu sofrimento histórico deveria então servir de modelo para todos os sofredores (as). 3.1 Insisto: presta o verdadeiro culto a Deus Pai, que a escolheu desde todo sempre, para tornar-se no tempo a mãe do Filho e assim honrá-la acima de todas as criaturas.

4 – Quem achar que eu não tenha razão, leia antes o magnífico texto de Lucas 1, 39-56.  Até, Lutero fez desse texto, um quase insuperável comentário. Preciso então dizer mais?

5 – Maria assunta ao céu: vós estais agora junto do Filho, o único redentor e agora para sempre todos os vossos filhos, mesmo os mais ingratos ou obtusos não podem negar vosso triunfo e glória celestes. Estes, acrescento eu, não sabem o que fazem. Parabéns, mãe nossa: um dia estaremos pela graça do Filho junto de vós, para sempre, na casa do Pai.

Obrigado, Papa Pio XII.

 

+Dom Carmo João Rhoden, SCJ

Bispo Emérito de Taubaté.

 

 

Solenidade-Assunção da Bem-aventurada Virgem Maria ao Céus - 16/08/26 (Lc 11,27-28)

Compartilhe nas redes sociais: