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Hospital Bom Jesus

29° Domingo do Tempo Comum 19/10/25 (Lc. 18,1-8).

Texto referencial: “...mas quando o filho do homem, quando vier será que ainda vai encontrar fé sobre a terra? (Lc 18,8).

 

1. Jesus, não apenas mandou rezar. Ele mesmo foi o maior e melhor orante. Por isso, mandou que oremos sempre. Sempre? Sim. Contudo, há diversas maneiras de orar. 1.1 podemos prestar culto a Deus, amorosamente obediente. 1.2 fazendo do trabalho um modo de ser fiel a Deus: é fidelidade. 1.3 não rejeitando o sofrimento e fazendo dele oração, imitando a jesus. 1.4 pela audição da palavra de Deus. Ele nos fala. Pela oração, nós lhe falamos louvando, agradecendo e impetrando perdão. Sendo filhos, temos muito a falar ao Pai. A oração é sempre postura dialogal: quem se sente amado por Deus, ama-o, servindo-o nos irmãos e irmãs e cuidando da natureza, que também é presente de Deus aos homens. Oramos para ouvir melhor do Senhor e ouvindo-o corresponder-lhe e assim convertermo-nos.

 

2. A oração é mais atitude de amor, que de obediência: oramos por que amamos e amamos sobretudo, porque nos sentimos amados. Então, temos olhos para ver, ouvidos para ouvir, inteligência para entender, boca para falar e coração para admirar as obras de Deus. A oração faz parte da sensibilidade filial.

 

3. Deus, nos ouve. Jesus até inventa uma parábola, para nos conscientizar, de que Deus sempre está pronto para nos ouvir. Trata-se da história daquele juiz que mesmo sendo auto suficiente, escuta a viúva e a atende, se não por amor, ao menos por certo temor, pois ela poderia aprontar… Deus ouve, porque é amor. É Pai. Quer sua casa, cheia de filhos, salvos e felizes para sempre. Enviou-nos seu filho primogênito para abrir-nos o caminho. Ninguém pode sensatamente, duvidar do amor maternalmente paterno de Deus. Somente, Ele, é assim. Por isso, como Jesus, cabe-nos a orar: Pai nosso que…

 

4. O filho do homem, encontrará fé quando voltar? esta é a pergunta que jesus mesmo fez. Sim, o pecado trouxe uma grande desafinação na sinfonia de Deus. O regente da orquestra divina, não é devidamente respeitado. Há sempre algum judas, entre os discípulos do mestre também hoje em dia. Sim, há Judas entregando o mestre, e discípulos se matando na sociedade, família e em guerras.



+Dom Carmo João Rhoden, SCJ

Bispo Emérito de Taubaté-SP

 

 

29° Domingo do Tempo Comum 19/10/25 (Lc. 18,1-8).

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