Texto referencial: O anjo, então, disse-lhe: Não tenhas medo Maria, porque encontrastes graça diante de Deus. Eis que conceberás e darás a luz um filho, a quem porás o nome de Jesus. (Lc 1,30-31).
1- Maria nunca pode e nem deve ser distanciada do Filho: Jesus Cristo. Nem a mariologia da cristologia. Somente entende bem a pessoa de Maria e sua missão materna na história da salvação e da Igreja, quem souber vê-la e analisá-la começando pela revelação bíblica. Sugiro ler (Lucas 1,26-38; 1,46-56) (João 19,25-27).
2- Jesus e somente Ele podia chama-la de mãe e certamente somente ela, podia denomina-lo de filho, com toda a razão. O verbo encarnado poderia ser feito presente na terra, na história, de muitos modos diferentes. Mas escolheu Maria. A trindade assim o quiz. Por isso, também a Igreja a chama de sua mãe.
3- O anjo “arcanjo” saudou angelicamente: “ave cheia de graça- o Senhor está contigo” ela respondeu, então: “eis aqui serva do Senhor”. Hoje em dia o Senhor quer inculturar-se em nossa história. Ajudamos? Como vai a nossa Evangelização? Como assumimos nossas pastorais? A pergunta é faze-la..., mas a resposta?? Bem, esta custa mais e as vezes ainda nos pode envergonhar.
4- “Ave Maria”, Ave Mãe Maria, também hoje teus filhos adotivos te saúdam do mesmo modo e assim esperam faze-lo também no céu.
+Dom Carmo João Rhoden, SCJ
Bispo Emérito de Taubaté-SP